Universidade Federal do Norte do Tocantins

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UFNT participa da II Feira Estadual da Reforma Agrária e Agricultura Familiar do Tocantins

Evento reuniu diversidade de produtores e saberes tradicionais em Palmas, fortalecendo a economia popular e a integração com a universidade.

publicado: 30/03/2026 10h17,
última modificação: 30/03/2026 11h16

Palmas (TO) – A Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT) participou, na última sexta-feira (27), da abertura da II Feira Estadual da Reforma Agrária e Agricultura Familiar do Tocantins, realizada no Espaço Cultural José Gomes Sobrinho, na capital tocantinense. A programação foi encerrada no domingo (29).

Promovida pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a feira reuniu cerca de 80 expositores, entre agricultores familiares, assentados e acampados da reforma agrária, povos indígenas, pescadores artesanais, extrativistas e coletivos da economia popular e solidária de diversas regiões do estado.

Representando a UFNT, estiveram presentes o reitor Airton Sieben, a pró-reitora de Extensão, Cultura e Assuntos Comunitários (Proex), Rejane Cleide Medeiros de Almeida, o professor Moisés Moreira da Silva, dos colegiados de História e Pedagogia, e o técnico-administrativo Paulo Henrique Figueredo Tavares, da Coordenação de Apoio aos Órgãos Colegiados Superiores.

Ao longo dos três dias, o evento contou com comercialização de alimentos produzidos nas comunidades, apresentações culturais, oficinas temáticas e o espaço gastronômico “Culinária da Terra”, com pratos típicos preparados pelos próprios produtores.

Para o reitor, a participação da Universidade reforça o compromisso institucional com ações de extensão e com o fortalecimento de iniciativas voltadas ao desenvolvimento social, à valorização dos saberes tradicionais e à aproximação entre academia e sociedade.

Já a pró-reitora Rejane Medeiros reforçou que a II Feira da Reforma Agrária e Agricultura Familiar é um espaço fundamental de visibilidade e valorização, pois apresenta à sociedade a diversidade de produtos cultivados por camponeses, camponesas e povos tradicionais. “Mais do que a comercialização, a iniciativa evidencia identidades, saberes e modos de vida profundamente vinculados aos territórios onde essas populações vivem e produzem. Nesse, sentido a Proex constitui parcerias com projetos que contribuem com o desenvolvimento da região”, finaliza.