letras língua Portuguesa
Informações Gerais
Letras – Língua Portuguesa e suas Respectivas Literaturas
Câmpus: | Araguaína |
Grau: | Licenciatura |
Modalidade: | Presencial |
Duração: | 4 Anos (8 Semestres) |
Carga Horária: | 3225 horas-aula |
Turno: | Letras Português: Matutino / Noturno |
Periodicidade: | Semestral |
Vagas: | 80 vagas anuais |
Conceito Preliminar de Curso (CPC): | 3 (2017) |
Apresentação
O Curso de Letras tem como objetivos formar profissionais:
- que possuam consciência das variedades linguísticas e culturais, respeitando-as e valorizando-as;
- capazes de refletir teoricamente sobre a linguagem, utilizando para isso de subsídios de diferentes teorias e abordagens;
- capazes de fazer uso de novas tecnologias;
- que compreendam sua formação profissional como processo contínuo, autônomo, dialético e permanente;
- competentes para a reflexão crítica em torno de temas e questões relativas aos conhecimentos linguísticos e literários;
- que atuem no Ensino Fundamental e Médio, comprometidos com a qualidade do ensino e a formação de cidadãos críticos e participativos, tendo em vista as transformações sociais para uma sociedade mais justa e democrática;
- que articulem o conhecimento teórico a reflexões em torno da prática pedagógica, atendendo às especificidades de sua área de atuação;
- que sejam capazes de refletir criticamente sobre as dinâmicas que envolvem o espaço escolar, compreendo-o sob aspectos sociais, econômicos, históricos e políticos;
- interculturalmente competentes, capazes de utilizar com criticidade as diferentes linguagens, especialmente a verbal, nas mais diversas situações de interlocução, variando os
- éticos e conscientes de sua inserção na sociedade, principalmente no que corresponde a sua área de atuação profissional;
- que dominem o uso da língua ou das línguas que sejam objeto de seus estudos, em termos de sua estrutura, funcionamento e manifestações culturais;
- competentes para trabalhar interdisciplinarmente e em equipe.
Nesse sentido, visa à formação de profissionais que demandem o domínio da(s) língua(s) estudada(s) e suas culturas para atuarem, sobretudo como professores e pesquisadores.
Histórico
Com a criação do Estado do Tocantins pela Constituição Federal de 1988, seguiu-se o processo de criação de uma Universidade para o Estado por um projeto elaborado por equipe de professores da Universidade Federal de Goiás, em fevereiro de 1990. No ano seguinte, pelo decreto nº 252/90 de 21 de fevereiro de 1990, criou-se a Fundação Universidade do Tocantins (Unitins), por conta da Lei nº 136/90, posteriormente autorizada a funcionar como universidade pelo Decreto Estadual nº 2021/90, e transformada em autarquia em 24 de outubro de 1991, pela Lei nº 326/91, integrando o Sistema Estadual de Ensino.
Inicialmente, constituía-se em 10 câmpus espalhados pelo estado, agregando Centros de Extensão criados pelo Decreto nº 253, de 27 de dezembro de 1990, nas cidades de Arraias, Tocantinópolis e Gurupi, absorvendo as faculdades isoladas de Porto Nacional e de Araguaína, e implantando Centros em Palmas, Paraíso, Miracema e Gurupi.
No final de 1990, foi criado o curso de Pedagogia em Arraias. Em 15 de março de 1991, foram iniciadas as atividades pedagógicas. Em 1992, teve a sua estrutura curricular aprovada pelo Conselho Estadual do Tocantins.
Os Centros de extensão atendiam unicamente à formação de quadros para o magistério dos demais níveis de ensino. Com a medida provisória nº 106/91, de 22 de agosto, passam a funcionar como Centros integrados, ficando subordinados ao Centro Universitário de Porto Nacional (antes a sede estava em Miracema). Com a Resolução nº 019/93, da Comissão Diretora da UNITINS, os Centros Integrados foram transformados em Centros Universitários.
Em 1996, adequando -se à nova Lei de Diretrizes a Bases, as Medidas Provisórias nº 872/96, 873/96 e 874/96 extinguiram a autarquia, criando a Fundação Universidade do Tocantins, instituição pública, não estatal, de direito privado, mas não particular, que teve sua implantação em 1997.
Pela Lei nº 10.032, de 23 de outubro de 2000, institui-se a criação da Universidade Federal do Tocantins – UFT, através do processo de encampação dos cursos da Universidade do Tocantins (Unitins). Pelo decreto nº 4.279, de 21 de junho de 2002, fica a cargo da Fundação Universidade de Brasília a responsabilidade de, no prazo de um ano, organizar a implantação da UFT. Através de um acordo firmado em 17 de julho de 2002, entre UFT, o Estado do Tocantins e a UNITINS, o processo de federalização começa a ser efetivado.
A Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Araguaína (Facila), desde sua implantação, teve como sede a cidade de Araguaína, na época, a quarta maior cidade do estado de Goiás. A instituição foi criada pelo Governador de Goiás, Íris Rezende Machado, sob forma de autarquia e jurisdicionada à Secretaria da Educação, por meio do Decreto número 2.413, de 02 de outubro de 1984. A autorização de seu funcionamento deu-se pelo Conselho Estadual de Educação de Goiás, através da Resolução número 030, de 21 de fevereiro de 1985. Em seguida, através do Decreto número 91.507, de 05 de agosto de 1985, autorizada pelo Presidente da República, José Sarney, teve início o funcionamento dos cursos de Licenciatura plena em Letras, História e Geografia; Licenciatura curta em Ciências. Assim, inicialmente, a mantedora dessa Instituição Superior de Ensino foi o Estado de Goiás.
Como Facila, o curso de Letras iniciou suas atividades em 12 abril de 1985, em um prédio cedido pela Secretaria de Educação do Estado de Goiás, situado à Rua Humberto de Campos, número 508, Bairro São João, onde funciona até o presente momento. Em 1989 este patrimônio foi doado à Faculdade que, a partir de então, passou a funcionar em sede própria. Desde sua origem, o curso recebeu autorização para habilitar professores em Português e Inglês, habilitações que são mantidas até o momento.
Pela Lei nº 10.032, de 23 de outubro de 2000, institui-se a criação da Universidade Federal do Tocantins – UFT, através do processo de encampação dos cursos da Universidade do Tocantins (Unitins).
Perfil do Egresso
O profissional de Letras é capacitado para atuar no ensino Fundamental e Médio, como docente de Língua Portuguesa e suas respectivas Literaturas ou Língua Inglesa e suas respectivas Literaturas. Dentre suas competências, destaca-se o domínio do uso da língua portuguesa ou da língua inglesa no que concerne a sua estrutura, ao funcionamento e manifestações culturais e literárias, valorizando sua variedade e a diferença. Deve ser capaz, a partir de sua fundamentação teórica, de refletir criticamente sobre a linguagem e o ensino, fazendo uso de novas tecnologias e compreendendo sua formação como processo contínuo e autônomo.
Mercado de Trabalho
O Curso de Letras de Araguaína volta-se, sobretudo, para a formação de docentes capacitados para atuar no Ensino Fundamental e Médio, na área de Língua Portuguesa, Língua Inglesa e suas Respectivas Literaturas.