
A Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT), por meio do Programa de Pós-Graduação em Cultura e Território (PPGCULT) e do Colegiado de História, mantém uma parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) Tocantins que vem fortalecendo ações de valorização do patrimônio cultural no estado.
Entre as iniciativas em andamento está o projeto de mapeamento da capoeira na microregião do Jalapão (Etapa VII), que dá continuidade às etapas já realizadas nas regiões de Araguaína e do Bico do Papagaio. A ação integra pesquisa acadêmica e atuação institucional voltadas ao reconhecimento e à preservação de manifestações culturais tradicionais.
De acordo com a professora Sariza Oliveira Caetano Venâncio, do PPGCULT, a parceria estabelecida desde 2023 também se desdobra em ações de incentivo à participação de agentes culturais em políticas públicas nacionais. “Nesse contexto, a UFNT apoia a divulgação de uma oficina promovida pelo IPHAN voltada à orientação de interessados em participar do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade”, destaca.
Oficina de apresentação do edital – Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade
A atividade será realizada na próxima quinta-feira (9), às 9h30, em formato virtual, e tem como objetivo auxiliar proponentes no processo de inscrição, considerando as dificuldades recorrentes enfrentadas por grupos e iniciativas culturais nesse tipo de edital. Clique aqui para se inscrever.
O prêmio, criado em 1987, é uma das principais iniciativas de reconhecimento de ações voltadas à preservação do patrimônio cultural brasileiro. Na edição de 2026, com o tema “Patrimônio Criativo: Inclusão Produtiva, Trabalho e Renda”, serão premiadas 18 iniciativas em todo o país, com valor individual de R$ 40 mil, totalizando R$ 720 mil em recursos.
O Tocantins tem se destacado nacionalmente na premiação. Em 2025, duas iniciativas do estado estiveram entre as contempladas, evidenciando a relevância das ações culturais desenvolvidas na região e seu potencial de impacto social e econômico.
De acordo com a professora, a articulação com o Iphan reforça o papel da universidade como agente de promoção da cultura e de apoio à formação de redes que conectam pesquisa, comunidades e políticas públicas, ampliando o acesso a oportunidades e fortalecendo o patrimônio cultural tocantinense.
